Amor a si

Estou buscando minha forma
Mas quando n’alma a fronte orna
Tudo de repente se transforma.

Sou o que seria não fosse o que sou
De mim sou filho, pai, neto e avô
Mudo, fico: às vezes “e” às vezes “ou”.

Relendo o baú de meus escritos
Sinto vir dos mais remotos verbos idos
Algum remorso e a virtude em ter sido.

Desde muito não penso no futuro
Se o presente que se aclara inda é escuro
Amplio minha vida nos limites deste muro.

E tal como um poema clama por rima
Clamo minha mão por sobre a minha
E busco a retidão dessas esquinas.


Cristiano Siqueira
(Ilustração de Aline Siqueira)

5 comentários:

aline disse...

clareias a sombra de minhas buscas.
enfim... completa.

:)

beijo! e continuemos a caminhar.

Bauer disse...

Pois é mulher adora essas coisas heheheheeh seu mala

Fabiola disse...

Adoro vc!!!!!
bjos Fabíola Sperandio

Rosa Maria disse...

Passei uma tarde poética, lendo vc!

Obrigada por me proporcionar esse deleite!

Beijo!

somebody disse...

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