amor e tranqüilizantes

(Que o amor me cresça... minha poesia é quase a metade do caminho. Quero chegar ao ponto em que tudo que eu fizer, transcenda. Mas Deus, também isso, me traz receios...)

minhas pernas
não param
quietas.

estão as caixas
dos remédios
tomadas!

como eu precisava...

dos tranqüilizantes
no meu sangue derretidos,
guardei gratidão

do álcool
não me lembro
não me lembro
perdão...

suportei o quanto pude!

que eu entenda
o amor
que de ti,
a mim

não vem,

não vai

nem surge!



Cristiano Siqueira
(Foto de Trent Parke)

2 comentários:

Fernanda disse...

Para que exite o amor?
Quem o inventou??
Caixas de remédios tomadas em vão,
lágrimas choradas,
noites de sono perdidas,
dores profundas no coração.
è isso é amor!!!



Olá Cristiano, como sempre, belas são suas poesias!
Pouco encontramos reflexo de como realmente são as criações, hoje quando se fala de amor, saudade, tempo é uma forma maculada das coisas que se vê, a observar nas músicas (cornejos)!!!!!
Grande abraço


( sou amiga do guga, um grande fã do seu trabalho intelectual)

somebody disse...

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